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41 dias após os vereadores irem ao Ministério Público denunciar à falta de medicamentos, a população ainda continua sofr


Publicado em: 14/06/2019 12:47 | Fonte/Agência: Assessoria de Imprensa | Autor: Zé Roberto

41 dias após os vereadores irem ao Ministério Público denunciar à falta de medicamentos, a população ainda continua sofr

Hoje dia 11 de junho está completando 41 dias em que o Presidente da Câmara Municipal Roberto Pereira de Oliveira, o Vice Presidente João Batista de Andrade e a vereadora Celia Cristina Arias Davalos, estiveram na 1ª Promotoria de Justiça de Amambai, onde mantiveram uma audiência com a Promotora Nara Mendes dos Santos Fernandes. Naquela ocasião, as autoridades sapucaienses relataram o descaso que a saúde municipal vem tendo e a postura adotada pela atual administração devido à falta de medicamentos que o município de Coronel Sapucaia vem sofrendo há vários meses.

Também foi repassada a Promotora um relatório que constava no Portal da Transparência Municipal, onde a saúde possuía em 25/04/2019, um recurso de R$ 14.667.40 (quatorze mil, seiscentos e sessenta e sete reais e quarenta e sete centavos), referente à transferência estadual de Assistência Farmacêutica e R$ 20.807,82 (vinte mil, oitocentos e sete reais e oitenta e dois centavos), transferência da união pelo recurso do SUS para Assistência farmacêutica, que totalizava um montante de R$ 35.475,22 (trinta e cinco mil quatrocentos e setenta e cinco reais e vinte e dois centavos).

Atualmente o município possui um saldo para compra de medicamentos no valor de 55.998,05, (Cinquenta e Cinco Mil, Novecentos e Noventa e oito reais e cinco centavos), ou seja, o valor está quase dobrando, e mesmo tendo licitado os medicamentos há mais de um mês, até o momento as empresas vencedoras da licitação não entregaram nenhum medicamento conforme o portal da transferência municipal, pois não há nenhuma liquidação para posterior pagamento e o sofrimento dos munícipes continua, onde existem centenas de pessoas carentes que não tem condições de comprar medicamentos e sendo a única saída para muitas delas é recorrer à farmácia básica municipal e quando vão lá, se deparam com uma realidade nada animadora.

 

Zé Roberto

Fonte: Assessoria de Imprensa.